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Qual é a melhor hora para publicar no Instagram?

Deu por si a pensar sobre qual a melhor hora para publicar no Instagram? Não está sozinho nisso!

Antes de desvendar o melhor horário para atingir o pico de atenção, não se esqueça que cada conta no Instagram tem um público distinto, com localização, preferências e número de seguidores diferente.

Nos últimos dois anos, o Instagram ultrapassou os users de twitter, mundialmente. Atualmente, mais de 200 milhões de utilizadores do Instagram visitam, no mínimo, um perfil comercial por dia e 60% das pessoas afirmam descobrir novos produtos no Instagram.

São mais do que razões para apostar nesta rede social, mas existem outras vantagens, nomeadamente para contas B2B:

  • Aumento de Vendas
  • Aumento do Brand Awareness
  • Aumenta o tráfego para o website principal
  • Aumenta a satisfação do cliente
  • Pode ser usado para atrair e estimular a relação com influencers
  • Gera maior interação entre clientes e marca
  • Aumenta a notoriedade da marca

Globalmente falando, os dias de maior interação de utilizadores da rede social Instagram são os Sábados e Domingos.

Mesmo que os seus seguidores sejam maioritariamente adolescentes e jovens adultos, os dias de semana, por norma, estão preenchidos com aulas, reuniões, encontros com amigos e hobbies. Apesar de sobrar sempre tempo para o scroll e para espreitar o que é que andam a fazer os nossos amigos, o nível de atenção é inferior durante o horário laboral

Por falar em nível de atenção, no Instagram o nível de atenção e interação é superior aos Domingo entre 14 e as 18 horas. 

As melhores horas para publicar em contas pessoais de Instagram são à hora de almoço, das 12 às 14 horas e ao final da tarde, depois da hora de trabalho, das 19 às 22 horas.

Mas não há nada como estudar caso a caso! A utilização de ferramentas estatísticas da própria aplicação, como o Instagram for Business é uma boa ajuda para afinar a hora de publicação. Para ter acesso a essa opção, basta aceder às opções da sua conta e transformar a conta em perfil público/comercial.

Outras ferramentas com limitações ou pagas, como a Iconosquare ou Webstagram, estudam o comportamento da conta e dos seguidores para indicar as melhores horas para interação. Ou, porque não… usar uma folha de excel e fazer o seu próprio controlo e testes regulares? Continua a ser a minha ferramenta de eleição.

Com a atualização de algoritmos, como a substituição da ordem cronológica por um algoritmo que dá prioridade às publicações com maior envolvimento, significa que quantos mais gostos e comentários as suas fotografias receberem, mais visibilidade será dada à sua conta.

Se estiver apto a gerar muito engagement logo após a publicação, isto indica que o seu post é de qualidade, com capacidade de envolvimento, e por isso, subirá para o topo do feed dos seus seguidores, criando mais visibilidade.

Existem muitas formas de aumentar o envolvimento no Instagram, mas uma delas é utilizar a melhor hora para publicar no Instagram, mas existem outras:

  • Comece por estudar o perfil dos seus seguidoresTudo depende dos hábitos dos seus seguidores. Se tiver um negócio relacionado a jogos online, por exemplo, é muito provável que o seu público tenha hábitos mais noturnos.
  • Publique em horário pós laboralDe acordo com a minha experiência na Marketing 360, as melhores horas para publicar em contas de negócio no Instagram são à hora de almoço (das 12 às 14 horas) e ao final da tarde, depois da hora de trabalho (das 19 às 22 horas). Olhe para si, quando é que passa mais tempo no Instagram? Se é durante o horário laboral e não trabalha em social media é possível que o chefe lhe pergunte porque passa tanto tempo no telemóvel. Deixe-se disso!
  • Aposte nos fins-de-semanaSe for para uso pessoal, não há dúvidas de que terá melhores resultados. Para uso empresarial, é comum que empresas B2C (Business to Consumer, ou seja, empresas que trabalham diretamente com o consumidor final) tenham mais sucesso aos Sábados e Domingos, já que os clientes das B2C costumam investir o seu tempo de lazer para fazer pesquisas e compras online. Já as empresas B2B (Business to business, isto é, empresas que vendem para outras empresas) não apresentam tanto rendimento com conteúdo ao fim-de-semana, já que a maioria dos seus clientes são empresas que funcionam de Segunda a Sexta-feira e estão encerradas ao Sábado e Domingo.
  • Evite as três da tarde, mas não tema os testesOs dias úteis, entre as 15 e 16 horas, são por norma os dias em que há menos envolvimento, porque grande parte parte dos utilizadores está a trabalhar ou ocupados. No entanto, há casos de empresas que têm sucesso neste horário. Teste, teste e teste!
  • As ferramentas existem para o ajudar: Ferramentas como a Linktree podem ajudar, e muito. Trata-se de uma ferramenta agregadora de links que permite que inclua uma árvore de links na bio do Instagram, aumentando significativamente as possibilidades de gerar tráfego e conversões a partir do Instagram, sem ter que estar a alterar o link da bio constantemente. Outra ferramenta excelente é o Canva. É um serviço online que tem como objetivo ser uma ferramenta descomplicada para criação de peças de design e posts para a sua conta de Instagram.

 

E porque há vida além do Instagram, ficam algumas dicas para outras redes sociais:

  • O melhor horário para publicar no Twitter é de 13h às 15h.
  • Menos é mais! Tweets curtos geram maior engagement.
  • O melhor horário para publicar no Facebook é das 13 às 17 horas.
  • horário de pico no Facebook é às 15 horas, principalmente às quartas-feiras.
  • Terças e quintas são os dias em que as redes sociais recebem maior tráfego de pessoas de negócios.
  • O melhor horário para postar no Tumblr situa-se entre 19 e as 22 horas, em dias úteis.
  • O melhor horário para publicar no Pinterest é das 14 às 16 horas e das 20 às 23 horas, em dias úteis.
  • No Pinterest, fotografias que não apresentam rostos humanos têm 23% de maior probabilidade de serem partilhadas.
  • O melhor horário para apostar no Google+ é das 9 às 11h, em dias úteis.
  • O engagement no Twitter é 14% maior em dias de semana.
  • O engagement no Facebook é 32% maior em fins-de-semana.
  • No Facebook, a Sexta-feira é o dia da semana que apresenta maior engagement.
  • No Twitter, Segunda e Terça-feira são os dias da semana que apresentam maior engagement.

Por fim, é recorrente surgir dúvida entre optar por uma conta pública ou privada para representar a nossa marca. Eis algumas conclusões. Conta pública ou privada? Na verdade, optar por uma conta privada, não limita o que é possível fazer. Limita sim quem poderá ter acesso ao conteúdo da página. Se o objetivo for atingir um número elevado de pessoas, optar por conta pública. Além disso, dá acesso a estatísticas importantes.

A conta privada não permite que a página seja encontrada em publicações com hashtags e que os seus seguidores enviem ou identifiquem outras pessoas no post. Ir dos 0 aos 2000 seguidores é, naturalmente, mais difícil do que passar dos 2000 aos 5000.

A credibilidade e força de uma página aumenta à medida que o número de followers cresce. Uma conta com um bom número de seguidores é associada a uma conta com conteúdo de qualidade.

Ter uma conta pública com mais de 30 publicações de qualidade; com regularidade; consistência de cor, tipo de grafismo e conteúdo; apostar em seguir pessoas que seguem páginas concorrentes = aumento do ratio.

Analise as estatísticas da sua página e perceba se está a fazer um bom trabalho.

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E agora, o que vão fazer os influenciadores digitais?

Se é verdade que a pandemia deu força ao comércio eletrónico, não é menos verdade que arruinou (espera-se que temporariamente) uma das novas profissões com maior crescimento mundial nos últimos três anos, os influenciadores digitais.

Previa-se que este fosse o ano de solidificação e glória do marketing de influência. A previsão saiu furada, tal como as previsões dos astrólogos para 2020. Num dia cobram 3500 euros por uma publicação no Instagram e no outro já estão sem dinheiro para encomendar uma pizza. De um dia para o outro, o consumismo caiu a pique e as marcas deixaram de saber como comunicar para um consumidor desconfiado e completamente privado da sua liberdade. Um dos setores mais afetados foi o turismo, curiosamente, setor onde incide a maior fatia de influenciadores nas redes sociais. Deixou de fazer sentido publicar aquela fotografia fantástica a promover um resort em Cancún. Os aviões estacionaram e as fronteiras fecharam. Ninguém acredita que aquele influencer foi de barco a remos até lá e parece que publicar um #trowback não vende. A cultura e o estilo de vida que promovem estes millennials levará tempo a regressar. Além disso, não faltam casos de instagrammers que não perceberam a sensibilidade de fazer determinadas publicações em tempos de confinamento e apostaram em posts com férias, festas e aglomerações. Os resultados foram catastróficos, com marcas a denunciar contratos milionários e milhões de seguidores a destilar ódio nas suas páginas.
Bem, mas o verdadeiro desafio coloca-se por outra razão. As pessoas mudaram. Em poucos dias, abrandaram o ritmo de vida e é um facto que isso trouxe inúmeros benefícios sociais e planetários, à exceção da economia. As empresas descobriram que os trabalhadores são mais eficientes a trabalhar a partir de casa, as famílias perceberam que união era o ingrediente que faltava na receita caseira e os jovens chegaram à conclusão que é possível passar tempo de qualidade perto de casa e podem usar o carro apenas para fazer viagens essenciais. Aliado a isto, muitas famílias perceberam que ter uma boa poupança é fundamental para enfrentar épocas atípicas como a que estamos a passar. Em lay-off não há margem para gastar centenas ou milhares de euros naquela máquina milagrosa anti olheiras que a influencer está a promover ou encomendar duas paletes de suplementos alimentares com o cupão POUPASSES10.
Estou certo de que melhores dias virão e os influenciadores digitais são os soldados da linha da frente para trazer a normalidade às pessoas, que tanto tempo têm passado a olhar para o ecrã, mas que parece que aprenderam a distinguir o genuíno e real, do comercial e falso.

Recibos verdes em 2019: o que muda?

Se é trabalhador independente está obrigado a emitir recibos verdes. As Finanças disponibilizam três modalidades com fins diferentes. Conheça aqui as novas regras da Segurança Social para os recibos verdes. O novo regime contributivo dos recibos verdes entrou em vigor em janeiro de 2019. Alteraram-se as taxas, os prazos e a forma de apuramento e de entrega da declaração de rendimentos dos trabalhadores independentes.
Como sabemos os trabalhadores independentes são obrigados a emitir fatura, recibo ou fatura-recibo de todas as importâncias recebidas pelas transmissões de bens ou prestações de serviços. Todos estes documentos, antigamente conhecidos como recibos verdes, são emitidos através do Portal das Finanças.
Uma das dúvidas dos trabalhadores independentes é saber qual a diferença entre estes três tipos de recibos verdes e qual o documento a emitir em cada uma das situações. Na prática, a principal diferença entre estes três modelos (fatura, recibo e fatura-recibo) prende-se com o momento do recebimento do valor estipulado para a prestação de serviço ou transmissão de bens.

As Finanças disponibilizam ainda uma quarta possibilidade destinada aos contribuintes que, apesar de não terem atividade aberta, têm uma oportunidade única de obter rendimentos extra em regime freelancer: o ato isolado. De acordo com o artigo 3º do Código do IRS, “consideram-se rendimentos provenientes de atos isolados os que não resultem de uma prática previsível ou reiterada”. Para realizar um ato isolado, deverá aceder a esta mesma área e escolher a opção “ato isolado”.

Novas regras da Segurança Social para os recibos verdes

Para facilitar, resumimos as novas regras aplicadas pela Segurança Social para os recibos verdes em 10 pontos. A saber:

  1. O apuramento é trimestral, ou seja, a contribuição a pagar à Segurança Social no 2.º trimestre do ano é calculada em função da faturação do 1.º trimestre, e assim sucessivamente.
  2. Os recibos verdes têm de entregar as declarações trimestrais em janeiro, abril, julho e outubro de cada ano.
  3. As declarações são entregues através do site da Segurança Social Direta.
  4. Depois de declarar a faturação real, pode diminuir ou aumentar a faturação até 25%, em intervalos de 5% (5%, 10%, 15%, 20% ou 25%).
  5. As taxas baixam para 21,4% (trabalhadores independentes) e 25,2% (empresários em nome individual).
  6. pagamento é efetuado entre o dia 10 e 20 de cada mês.
  7. A taxa incide apenas sobre 70% do rendimento relevante. Tratando-se de produção e venda de bens ou restauração baixa para 20%.
  8. Isenções para faturação inferior a € 2450,86 (4 x IAS = 2450,86 x 70% / 100).
  9. Contribuiç​​​​​​ão mínima de € 20 por mês, mesmo sem rendimentos declarados.
  10. Isenções para rendimentos de alojamento local e produção de energia para autoconsumo.

Entrega trimestral de declarações de rendimentos

A grande novidade do novo regime contributivo dos recibos verdes é o apuramento trimestral das contribuições devidas à Segurança Social. Este método de cálculo é mais exigente do ponto de vista declarativo, mas mais justo no que respeita à contribuição a pagar a cada momento, adaptando-se à realidade económica do trabalhador.

Meses de entrega das declarações trimestrais

O primeiro momento declarativo é já em janeiro de 2019, referente à faturação de outubro, novembro e dezembro de 2018. É com base nesta declaração que será apurada a contribuição a pagar em janeiro, fevereiro e março de 2019.
O preenchimento e a emissão da fatura, do recibo e da fatura-recibo efetuam-se no Portal das Finanças. Para emitir um recibo verde eletrónico, deverá:

  1. Aceder ao “Portal das Finanças”;
  2. Clicar em “Serviços Tributários”;
  3. Ir a “Cidadãos”;
  4. Escolher “Obter”;
  5. Entrar em “Recibos verdes eletrónicos”;
  6. Autenticar-se, colocando número de contribuinte e senha de acesso;
  7. Clicar em “Emitir”;
  8. Escolher a modalidade que pretende (fatura, fatura-recibo ou recibo).

A fatura, o recibo e a fatura-recibo são emitidos em duplicado, destinando-se o original ao cliente e o duplicado ao arquivo do titular do rendimento.
Em abril, os recibos verdes voltam a preencher nova declaração com os valores faturados em janeiro, fevereiro e março de 2019, que servirá para apurar a contribuição de abril, maio e junho de 2019. As outras duas declarações são enviadas à Segurança Social em julho (faturação de abril, maio e junho) e outubro (faturação de julho, agosto e setembro).

Quem está isento?

Estão isentos de contribuições as pessoas que tenham um rendimento relevante mensal médio inferior a 4 x IAS. Como apenas 70% das remunerações são consideradas para efeito de cálculo da contribuição, e considerando o valor da IAS de 2018 (€ 428,90), ficam isentos os trabalhadores independentes com rendimentos abaixo dos € 2450,86.

Contribuição mínima

O novo regime contributivo da Segurança Social para os recibos verdes prevê uma contribuiç​​​​​​ão mínima de € 20 por mês, mesmo sem rendimentos declarados. Ao fim de 12 meses a pagar € 20 o trabalhador fica isento de contribuições.

Rendimentos isentos de contribuições

Os trabalhadores independentes cuja atividade consista, exclusivamente, em arrendamento urbano para alojamento local, deixam de estar obrigados a fazer contribuições para a Segurança Social. Mas apenas se se tratar de arrendamento de moradia ou apartamento. Os estabelecimentos de hospedagem (como os hostel) não estão dispensados de fazer descontos.
Também não são considerados no apuramento do rendimento relevante dos trabalhadores independentes, para além dos resultantes do alojamento local, os seguintes:

  1. Produção de energia para autoconsumo;
  2. Subvenções ou subsídios ao investimento;
  3. Provenientes de mais-valias;
  4. Rendimentos provenientes de propriedade intelectual ou industrial.

Prazo de envio da declaração

O prazo de envio da declaração trimestral é de 1 a 31 de janeiro, abril, julho e outubro.

Preenchimento e Emissão da fatura

O preenchimento e a emissão da fatura, do recibo e da fatura-recibo efetuam-se no Portal das Finanças. Para emitir um recibo verde eletrónico, deverá:

  1. Aceder ao “Portal das Finanças”;
  2. Clicar em “Serviços Tributários”;
  3. Ir a “Cidadãos”;
  4. Escolher “Obter”;
  5. Entrar em “Recibos verdes eletrónicos”;
  6. Autenticar-se, colocando número de contribuinte e senha de acesso;
  7. Clicar em “Emitir”;
  8. Escolher a modalidade que pretende (fatura, fatura-recibo ou recibo).

A fatura, o recibo e a fatura-recibo são emitidos em duplicado, destinando-se o original ao cliente e o duplicado ao arquivo do titular do rendimento.
Com a parceria:

Acompanhe outros artigos sobre finanças e economia de Cristiano Lucas em Finanças Simples.

Quanto ganha um influenciador digital?

Youtubers, instagramers e bloggers começam a dar lugar ao termo digital influencers. Exatamente pela forma como inspiram quem os segue, despertando o investimento das marcas nas suas páginas. A atividade está em expansão e, segundo os entendidos, será das mais procuradas no futuro e não faltam exemplos de sucesso.

De acordo com um estudo feito pela SocialChorus, a aposta em campanhas de marketing de influência pode originar um engagement 16 vezes maior do que a publicidade paga em meios de comunicação. Além disso, a agência Tomoson descobriu que as empresas geram, em média, €6,00 em receita por cada €0,90 investido em Marketing de Influência e que 13% dessas empresas lucram €18,00 ou mais por cada €1,00.
É possível concluir que, atualmente, esta é a forma mais rentável de publicidade, gerando um alto ROI.

E existem curiosidades interessantes que comprovam a importância dos influenciadores digitais. Sabia que (quase) ninguém os bloqueia nas redes sociais? Não estamos a falar apenas no bloqueio “tradicional”, por não gostar do que está a ser feito pela pessoa, mas também o bloqueio por AdBlockers. Cerca de 50% dos utilizadores de internet utilizam algum bloqueador de anúncio.  Com influenciadores, o anunciante não está a pagar pela possibilidade de alcançar um público-alvo – o investidor está a comprar um caminho direto para a conversão, desde que a marca em questão tenha feito uma pesquisa de mercado sólida para determinar o influenciador que representa a sua marca. A confiança já foi estabelecida, e o longo alcance dos influenciadores pavimenta o caminho.

Mas há mais… Muitas empresas estão, finalmente, a perceber que o marketing de influência origina clientes muito mais valiosos do que outras táticas, por uma simples razão: o famoso “boca a boca”. Não há um caminho mais eficiente para a conversão e os influenciadores com audiências leais não têm limitações ao criar buzz significativo para produtos e marcas que gostem.

Em relação a valores, é claro que cada caso é um caso, mas existem médias definidas por estudos. Segundo a Bloglovin, tendo como amostra cerca de 2.500 influenciadores, os valores por canal são os seguintes:

  • Instagram: 84% dos influenciadores cobram até €250 por post. 97% cobram menos de €500 para publicar um post de determinada marca no Instagram.
  • Facebook: 90% cobram até €230 por post. 97% cobram menos de €100 para publicar um post de determinada marca no Facebook.
  • Twitter: a grande maioria cobra menos €150 por tweet.
  • Blogs e Vlogs: 87% dos influenciadores cobram até €480 por publicação. Cerca de 96% cobram menos de €1000 para realizarem um artigo patrocinado.

De acordo com a relação qualidade/preço, não há dúvidas que o Instagram segue na frente. Como será no futuro?

O festival que afinal só existiu nas redes sociais

Não deixa de ser irónico um dos assuntos do momento nas redes sociais ser um promissor festival que nasceu, cresceu e morreu na internet, o Fyre Festival. Uma das maiores fraudes do século que recorreu às tecnologias e aproveitou a crescente insensatez dos jovens que, cada vez mais, confiam incondicionalmente nos conselhos de figuras públicas na internet.

O (suposto) festival foi apresentado ao mundo através de um vídeo promocional de alta qualidade e, em seguida, promovido por personalidades com milhares de seguidores no Facebook e Instagram.


Este fluxo de comunicação criou um enorme buzz nas redes sociais e essa foi a principal razão para os bilhetes esgotarem em poucos dias. Os promotores anunciavam concertos incríveis e luxuosas condições numa ilha nas Bahamas. Antes do evento ter início, as pessoas que colocavam questões à organização no Twitter e Instagram, viam-nas instantaneamente apagadas, o que não era um bom presságio. A organização previa um falhanço a vários níveis, mas decidiu continuar. As agências de marketing, contratadas à distância, continuaram o seu excelente trabalho, sem perceber o que realmente se estaria a passar no terreno.
O valor extravagante do pacote completo, cerca de 10 mil euros, e do bilhete diário, que custava cerca de 500 euros, prenunciava um evento de luxo. Era prometido um jato privado, comida gourmet e alojamento de qualidade. No dia do evento, o terror começou. Não existiam voos de regresso, o jantar resumiu-se a sandes com duas fatias de queijo e o alojamento, previamente anunciado como sendo luxuoso, não passava de um conjunto de tendas enlameadas onde os participantes tiveram de improvisar os seus próprios colchões.

Fotografias e vídeos do que se estava a passar começaram a inundar a internet. O festival estava, definitivamente, arruinado. Este caso aponta para a vitória do anonimato sobre influenciadores de grande dimensão, quando o assunto é informação de qualidade e confiança.
Lado a lado com as irritantes fake news, criadas e propagadas diariamente com o objetivo de confundir os mais distraídos, este é um excelente exemplo da importância da expressão “não confies em tudo que vês na internet”. Infelizmente, já não basta educar as crianças. Parece que jovens e adultos continuam a cair nas armadilhas de entidades incompetentes e menos bem-intencionadas. No fundo, fala-se de um festival que viveu nas redes sociais e que foi destruído nas redes sociais, mas que poderia ser bem mais que isso. É importante ser-se criterioso quando o assunto passa por internet e redes sociais. Nem tudo é real, nem tudo é orgânico. Para os influenciadores, não basta aceitar as campanhas e vestir a camisola. Há que ter em conta que se a publicação for publicitária, deve ser anunciada como tal, caso contrário, há um nível de responsabilidade associado. Quem é que merece mea-culpa neste caso? As figuras públicas que promoveram massivamente este festival sem conhecer o produto ou as pessoas que deixaram de pensar com a sua cabeça e começaram a pensar através de um ecrã? Os likes não são tudo…

As melhores ferramentas de SEO e SEM

Se tem um, ou mais, sites da sua autoria sabe que é essencial que estes estejam otimizados para os seus visitantes. Mas será que também se preocupa com o que os motores de busca acham dele?

Partilhamos as melhores ferramentas para tirar partido do seu site e ser um expert em search engine optimization.

Com esta ferramenta poderá comparar o seu site com os concorrentes, e encontrar as palavras-chave usadas em cada um dos sites analisados, a descrição e os principais textos. Além disso indica-lhe o número de palavras, as palavras com link associado, palavras sem link associado, número de links, tamanho da página e claro, especifica cada um desses parâmetros. Tudo isto em formato comparativo, para conseguir perceber o estado do seu site, comparativamente aos restantes.

O objetivo é manter-se a par das tendências de pesquisa mais recentes.

O PageSpeed Insights analisa o conteúdo de uma página Web e, em seguida, gera sugestões para tornar essa página mais rápida.

Análise e sugestão de palavras-chave utilizadas no website e concorrência.

O Google Analytics permite-lhe avaliar o seu ROI de publicidade, bem como monitorizar os seus sites e aplicações Flash, de vídeo e de redes sociais.

Além de recolher informações que são analisadas pelos robot’s de motores de busca, apresenta dados importantes que permitem otimização posterior.

Links de qualidade podem ajudar a vencer os concorrentes com o aumento do tráfego. Com o Backlink Checker, é possível monitorizar facilmente os backlinks de determinado domínio.

Conhece outras ferramentas? Partilhe connosco nos comentários!

 

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