Youtubers, instagramers e bloggers começam a dar lugar ao termo digital influencers. Exatamente pela forma como inspiram quem os segue, despertando o investimento das marcas nas suas páginas. A atividade está em expansão e, segundo os entendidos, será das mais procuradas no futuro e não faltam exemplos de sucesso.

De acordo com um estudo feito pela SocialChorus, a aposta em campanhas de marketing de influência pode originar um engagement 16 vezes maior do que a publicidade paga em meios de comunicação. Além disso, a agência Tomoson descobriu que as empresas geram, em média, €6,00 em receita por cada €0,90 investido em Marketing de Influência e que 13% dessas empresas lucram €18,00 ou mais por cada €1,00.

É possível concluir que, atualmente, esta é a forma mais rentável de publicidade, gerando um alto ROI.

E existem curiosidades interessantes que comprovam a importância dos influenciadores digitais. Sabia que (quase) ninguém os bloqueia nas redes sociais? Não estamos a falar apenas no bloqueio “tradicional”, por não gostar do que está a ser feito pela pessoa, mas também o bloqueio por AdBlockers. Cerca de 50% dos utilizadores de internet utilizam algum bloqueador de anúncio.  Com influenciadores, o anunciante não está a pagar pela possibilidade de alcançar um público-alvo – o investidor está a comprar um caminho direto para a conversão, desde que a marca em questão tenha feito uma pesquisa de mercado sólida para determinar o influenciador que representa a sua marca. A confiança já foi estabelecida, e o longo alcance dos influenciadores pavimenta o caminho.

Mas há mais… Muitas empresas estão, finalmente, a perceber que o marketing de influência origina clientes muito mais valiosos do que outras táticas, por uma simples razão: o famoso “boca a boca”. Não há um caminho mais eficiente para a conversão e os influenciadores com audiências leais não têm limitações ao criar buzz significativo para produtos e marcas que gostem.

 

Em relação a valores, é claro que cada caso é um caso, mas existem médias definidas por estudos. Segundo a Bloglovin, tendo como amostra cerca de 2.500 influenciadores, os valores por canal são os seguintes:

  • Instagram: 84% dos influenciadores cobram até €250 por post. 97% cobram menos de €500 para publicar um post de determinada marca no Instagram.
  • Facebook: 90% cobram até €230 por post. 97% cobram menos de €100 para publicar um post de determinada marca no Facebook.
  • Twitter: a grande maioria cobra menos €150 por tweet.
  • Blogs e Vlogs: 87% dos influenciadores cobram até €480 por publicação. Cerca de 96% cobram menos de €1000 para realizarem um artigo patrocinado.

De acordo com a relação qualidade/preço, não há dúvidas que o Instagram segue na frente. Como será no futuro?

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